sexta-feira, novembro 04, 2005

Furto de arvores de uma instituição da freguesia


Aqui fica o artigo que eventualmente irá ser publicado pelo Diário Insular, sobre o roubo das arvores da Casa do Povo que, gentilmente foi cedido a este blog.
É certo que possivelmente cairá em saco roto mas, a direcção da Casa do Povo acha, e a nosso ver muito bem que, o assunto deve ser falado e comentado.

"A Direcção da Casa do Povo do Porto Judeu tem vindo a proceder a algumas obras no exterior edifício sede no intuito de, não só melhorar o seu aspecto, como também criar um ambiente mais agradável a quem passa e a quem nos visita.
Com esta ideia em mente, procedeu ao reordenamento do seu espaço particular, criando uma pequena zona mais atraente, na qual colocou bancos, floreiras e baldes do lixo, tendo ainda cedido algum do seu espaço, para mais estacionamento na zona em questão.
Obviamente que tudo isto foi feito com trabalho honesto, sacrifício e algum dinheiro.
É com algum pesar e tristeza que nos deparámos na passada semana, poucos dias após a sua colocação, com o furto de duas pequenas árvores ali colocadas.
Sabemos que, quem quer que tenha sido, procedeu ao furto das mesmas na noite de Sábado para Domingo (dia 22/23 de Outubro) e utilizou uma viatura.
Assim, tendo em conta que, muito provavelmente, não as irão devolver porque, já devem estar em algum jardim particular, vimos por este meio agradecer a quem quer que tenha sido, para que a nossa freguesia, o nosso concelho e a nossa ilha, continue a ser falada e comentada em diversos meios de comunicação, como uma freguesia, um concelho e uma ilha, onde as pessoas e bens (públicos e/ou particulares) sentem algum desconforto e medo face aos constantes furtos a que têm sido sujeitos. "

3 Comments:

Anonymous Anónimo said...

aqui está mais um artigo , que alerta para situações menos honrosas para a nossa freguesia. Quem roubou as arvores deveria ficar com as mãos queimadas. Ele há cada uma...

1:03 da tarde  
Anonymous LMT said...

A notícia do roubo é mais uma entre as que existem por todo o lado. Já não se pode embelezar as ruas, os passeios, as casas porque tudo é alvo de cobiça por alguém que não quer trabalhar para ter o que sonha. Viver à custa dos bens de outrém não custa, roubar outrém também não custa o que custa é acordar cedo ir trabalhar e respeitar um horário de trabalho. O respeito, de facto, nos dias de hoje, anda muito desacompanhado e só. A vida facilitada é mais estimulante e atraente. A sociedade tem que se unir cada vez mais de maneira a pôr um fim nessa "malandragem".

7:57 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

8:59 da tarde  

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